MONDO

United for a cause
“Ontem fui atropelado, 
Quando tentei abrir os olhos só percebi um monte de gente olhando pra mim com pena e curiosidade em saber se eu estava vivo. O barulho dos carros e o frio da chuva me fazia tremer, a cabeça e braço esquerdo chamava minha atenção.
Sentia frio, costas incomodavam, a demora no socorro, a demora em conseguir fechar os olhos, a obrigação de segurar a dor para ainda ser um apoio para quem procurava um espaço sem chuva.
Doía o corpo, doía a sensação de estar ali com o controle perdido.
Como criança esquecida na escola pelo pai eu me senti avesso, me senti pequeno.
Mas ainda buscava um espaço para ser forte e segurar a dor tentando fechar os olhos.
” A culpa é sua” ouvia minha mente gritar sem cessar.
Doía a sensação de fracasso por ter caído,
Quando socorrido e tudo melhorado consegui fechar os olhos, mas a dor maior veio como um ferro afiado em brasa cerrando a ligação do joelho à seco. ao fechar os olhos pude ver seu desabafo e todo seu passado publicado num jornal de 10 anos.
Novamente peguei a estrada tentando encontrar um espaço para ser atropelado”
Antonio Primeiro - outono de 2003 - Memórias de um velho cavalheiro 

“Ontem fui atropelado, 

Quando tentei abrir os olhos só percebi um monte de gente olhando pra mim com pena e curiosidade em saber se eu estava vivo. O barulho dos carros e o frio da chuva me fazia tremer, a cabeça e braço esquerdo chamava minha atenção.

Sentia frio, costas incomodavam, a demora no socorro, a demora em conseguir fechar os olhos, a obrigação de segurar a dor para ainda ser um apoio para quem procurava um espaço sem chuva.

Doía o corpo, doía a sensação de estar ali com o controle perdido.

Como criança esquecida na escola pelo pai eu me senti avesso, me senti pequeno.

Mas ainda buscava um espaço para ser forte e segurar a dor tentando fechar os olhos.

” A culpa é sua” ouvia minha mente gritar sem cessar.

Doía a sensação de fracasso por ter caído,

Quando socorrido e tudo melhorado consegui fechar os olhos, mas a dor maior veio como um ferro afiado em brasa cerrando a ligação do joelho à seco. ao fechar os olhos pude ver seu desabafo e todo seu passado publicado num jornal de 10 anos.

Novamente peguei a estrada tentando encontrar um espaço para ser atropelado”

Antonio Primeiro - outono de 2003 - Memórias de um velho cavalheiro 

(Fonte: photographersdirectory)

O futuro está sempre mudando…
De maneira grandiosa, através de coisas bem pequenas”

O futuro está sempre mudando…

De maneira grandiosa, através de coisas bem pequenas”

(Fonte: mpdrolet)

” Afaga essa vida que te afoga e transforma medo em aventura.
Ousa!
Larga a segurança da rotina e mergulha nas suas intensões loucas.
Viva!
Corre sentindo as pernas pulsarem seu corpo mais alto.
Grite!
Deixa o vento bater contra e trazer pedaços do mundo.
Mude!
Tire as máscaras pra enxergar melhor.
Acelere!
Veja que o hoje por ser o fim e o recomeço, aproveite pra amar quem ama, pra abraçar quem distante, pra limpar quem velho, pra beijar quem doce.
Seja Feliz!”
Fábio Clins - baseado na primeira experiência de Tunico nos hospitais
12 de março 

” Afaga essa vida que te afoga e transforma medo em aventura.

Ousa!

Larga a segurança da rotina e mergulha nas suas intensões loucas.

Viva!

Corre sentindo as pernas pulsarem seu corpo mais alto.

Grite!

Deixa o vento bater contra e trazer pedaços do mundo.

Mude!

Tire as máscaras pra enxergar melhor.

Acelere!

Veja que o hoje por ser o fim e o recomeço, aproveite pra amar quem ama, pra abraçar quem distante, pra limpar quem velho, pra beijar quem doce.

Seja Feliz!”

Fábio Clins - baseado na primeira experiência de Tunico nos hospitais

12 de março 

(Fonte: mpdrolet)

No momento que ele levou a cabeça pra fora da janela do carro percebeu que já não mais havia  gente correndo, olhou no retrovisor e viu que seu rosto estava mudado, que já não era mais o mesmo.
Esticou os braços e pernas como numa espreguiçada de dia calmo e pulou para fora do veículo.
Olho para seu corpo e se assustou com a mudança, mas se sentiu feliz por saber que era diferente de tudo que havia estudado.

Fábio Clins

No momento que ele levou a cabeça pra fora da janela do carro percebeu que já não mais havia  gente correndo, olhou no retrovisor e viu que seu rosto estava mudado, que já não era mais o mesmo.

Esticou os braços e pernas como numa espreguiçada de dia calmo e pulou para fora do veículo.

Olho para seu corpo e se assustou com a mudança, mas se sentiu feliz por saber que era diferente de tudo que havia estudado.

Fábio Clins

(Fonte: itslatingirl, via shot-of-rhythm-and-blues)

“Foram necessários poucas horas para que o palhaço mudasse de figura e deixasse a ternura, que hora havia esvaído, entrar em seu olhar.

Foi preciso apenas um sorriso para que a palhaça mostrasse seu padrão, onde, depois de 2 semanas, esta se vestiu de ladrão, cujo o mérito foi roubar um beijo atacado no no início das cenas no telão.

Foi investido uma vida, depois de uma encarnação, para que os laços atados com ternura, cumprissem, com doçura, o que o resto e mais maravilhoso da vida tinha dar.

Foi aí, que os opostos, postos frente a frente num bar, viraram uma aquarela que não se descolorirá, mas tramando reverter todo contexto de uma vida regrada, postada em cores ensaiadas, mostra-se num tom escuro que o colorido é possível, já que o amor é ilimitado.”Fabio Clins, inspirado na obra de Tunico, cujo o herói foi Antonio Primeiro

“Foram necessários poucas horas para que o palhaço mudasse de figura e deixasse a ternura, que hora havia esvaído, entrar em seu olhar.

Foi preciso apenas um sorriso para que a palhaça mostrasse seu padrão, onde, depois de 2 semanas, esta se vestiu de ladrão, cujo o mérito foi roubar um beijo atacado no no início das cenas no telão.

Foi investido uma vida, depois de uma encarnação, para que os laços atados com ternura, cumprissem, com doçura, o que o resto e mais maravilhoso da vida tinha dar.

Foi aí, que os opostos, postos frente a frente num bar, viraram uma aquarela que não se descolorirá, mas tramando reverter todo contexto de uma vida regrada, postada em cores ensaiadas, mostra-se num tom escuro que o colorido é possível, já que o amor é ilimitado.”

Fabio Clins, inspirado na obra de Tunico, cujo o herói foi Antonio Primeiro

(via llbwwb)

Praticar o desapego é entender que existe muito mais coisa nessa vida do que o que tens nas mãos agora.
É dar espaço não só para o que está, mas para o que é.
Ser, é mostrar pro espelho que além do reflexo há um mundo de possibilidades e em nossa mente existe um espaço infinito para guardar as coisas, as coisas que são, que estão e que virão.
Praticar o desapego é dar chance para você ser feliz.

Fábio CLins

Praticar o desapego é entender que existe muito mais coisa nessa vida do que o que tens nas mãos agora.

É dar espaço não só para o que está, mas para o que é.

Ser, é mostrar pro espelho que além do reflexo há um mundo de possibilidades e em nossa mente existe um espaço infinito para guardar as coisas, as coisas que são, que estão e que virão.

Praticar o desapego é dar chance para você ser feliz.

Fábio CLins

(Fonte: mpdrolet)

“Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.
Na brincadeira com o policial que se feito por criança o sorriso também estaria lá, mas por um chamado normal, não!
Na relação entre uma linha e um pipa.
Na bunda molhada na calçada.
No vagabundo curtindo o coral, com um olhar, poxa! que olhar foi aquele!!!
No ping-pong improvisado dentro do Metrô.
Salvando vidas na escadaria.
Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.
No ridículo que é visto pelo adulto.
Na oportunidade de deixar de ser mesquinho.
Na verdade de ser humano.
No abraço do desconhecido.
Na risada que escapa e vem com cuspe.
Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.
No amor que surgiu assim…
No amigo que chegou de surpresa.
No graveto que pulou do chão.
Na lixeira que virou brinquedo.
Onde olho, vejo meu mundo.’Fábio Clins. 

“Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.

Na brincadeira com o policial que se feito por criança o sorriso também estaria lá, mas por um chamado normal, não!

Na relação entre uma linha e um pipa.

Na bunda molhada na calçada.

No vagabundo curtindo o coral, com um olhar, poxa! que olhar foi aquele!!!

No ping-pong improvisado dentro do Metrô.

Salvando vidas na escadaria.

Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.

No ridículo que é visto pelo adulto.

Na oportunidade de deixar de ser mesquinho.

Na verdade de ser humano.

No abraço do desconhecido.

Na risada que escapa e vem com cuspe.

Onde olho, vejo um Ponto Vermelho.

No amor que surgiu assim…

No amigo que chegou de surpresa.

No graveto que pulou do chão.

Na lixeira que virou brinquedo.

Onde olho, vejo meu mundo.’

Fábio Clins. 

(via llbwwb)

“Retomando as tomadas eu coloco tudo numa forma antagônica e espero uma interpretação melhor.
Desviro do verso e avesso ao lado certo mudo a forma de interpretar.
Faço com que o foço forneça água e não vinho.
Peço para que eu possa seguir meu caminho.
Descubro o nó na garganta.
Desvendo o pó abaixo do tapete.
Fecho os olhos diante da tv e finjo ser importante”

Fabio Clins

“Retomando as tomadas eu coloco tudo numa forma antagônica e espero uma interpretação melhor.

Desviro do verso e avesso ao lado certo mudo a forma de interpretar.

Faço com que o foço forneça água e não vinho.

Peço para que eu possa seguir meu caminho.

Descubro o nó na garganta.

Desvendo o pó abaixo do tapete.

Fecho os olhos diante da tv e finjo ser importante”

Fabio Clins

(via censu-deactivated20130103)